Por Cristina Possamai
Crônica Popular
As 27 vitimas do acidente da noite do dia 9 na BR-282, em Santa Catarina, engrossam uma lamentável estatística: SC é o segundo estado que mais mata pessoas em estradas federais e estaduais no Brasil.
Ano passado, 1.183 perderam a vida, segundo informa o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e das Polícias Rodoviárias. Esses números perdem apenas para Minas Gerais, campeão disparado em tragédias rodoviárias, com 2.335 mortos.
Se for levado em conta os 1,3 milhões de quilômetros de estradas, o Brasil mata em torno de 40 pessoas por dia em acidentes.
A estimativa do Ipea une o total de mortes em rodovias federais e o cálculo de mortes nas estaduais em 2006. A cada 1.000 acidentes nas estradas federais, 772 pessoas ficam feridas, 58 morrem na hora e 37 morrem no hospital.

O prejuízo aos cofres públicos é de 22 milhões de reais a cada ano, estão incluídos gastos com saúde e resgate, a reabilitação, os danos aos veículos, a perda da carga do caminhão, a remoção do veículo e o translado da carga e até a perda de produção da pessoa que fica sem trabalhar. Uma vítima fatal chega a custar R$ 281.216 para o governo.
Em 2004, a Organização Mundial de Saúde lançou um relatório que alertava para o aumento de acidentes em estradas. A projeção é de que se continuarmos assim, as mortes e seqüelas causadas por acidentes de trânsito ocuparão a terceira posição no ranking mundial, hoje já é a nona.
O índice de mortes por mil quilômetros em estradas é de 10 na Itália, 7 no EUA e de apenas 3 no Canadá. Já no Brasil são assustadores 107 mortos. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
Crônica Popular
As 27 vitimas do acidente da noite do dia 9 na BR-282, em Santa Catarina, engrossam uma lamentável estatística: SC é o segundo estado que mais mata pessoas em estradas federais e estaduais no Brasil.
Ano passado, 1.183 perderam a vida, segundo informa o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e das Polícias Rodoviárias. Esses números perdem apenas para Minas Gerais, campeão disparado em tragédias rodoviárias, com 2.335 mortos.
Se for levado em conta os 1,3 milhões de quilômetros de estradas, o Brasil mata em torno de 40 pessoas por dia em acidentes.
A estimativa do Ipea une o total de mortes em rodovias federais e o cálculo de mortes nas estaduais em 2006. A cada 1.000 acidentes nas estradas federais, 772 pessoas ficam feridas, 58 morrem na hora e 37 morrem no hospital.
O prejuízo aos cofres públicos é de 22 milhões de reais a cada ano, estão incluídos gastos com saúde e resgate, a reabilitação, os danos aos veículos, a perda da carga do caminhão, a remoção do veículo e o translado da carga e até a perda de produção da pessoa que fica sem trabalhar. Uma vítima fatal chega a custar R$ 281.216 para o governo.
Em 2004, a Organização Mundial de Saúde lançou um relatório que alertava para o aumento de acidentes em estradas. A projeção é de que se continuarmos assim, as mortes e seqüelas causadas por acidentes de trânsito ocuparão a terceira posição no ranking mundial, hoje já é a nona.
O índice de mortes por mil quilômetros em estradas é de 10 na Itália, 7 no EUA e de apenas 3 no Canadá. Já no Brasil são assustadores 107 mortos. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

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