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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Tragédia do Bateau Mouche: 20 anos depois, nenhum culpado

De O Globo


Considerado o exemplo mais emblemático da fragilidade do sistema judiciário brasileiro, o naufrágio do Bateau Mouche IV completa 20 anos dia 31 de dezembro, sem que nenhum dos acusados tenha cumprido pena nos dois processos penais resultantes da tragédia que matou 55 pessoas.

Nem a ação criminal movida pelo Ministério Público Federal - que condenou, em 2002, seis empresários por crimes de sonegação fiscal, falsidade ideológica e falsificação de documentos a 18 anos e quatro meses de prisão e a ressarcir aos cofres públicos mais de R$ 4 milhões - teve qualquer efeito prático: de dez réus inicialmente acusados, quatro tiveram as penas prescritas antes do julgamento e dois estão foragidos. Outros quatro réus aguardam em liberdade o julgamento de recurso pelo pleno do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que deverá acontecer em 2009. Nenhum centavo foi recolhido à Receita Federal.
Dos mais de 80 processos de indenização a vítimas e familiares apenas um chegou ao fim e quem pagou a conta foi a União.

O "Bateau Mouche IV" afundou perto da Ilha de Cotunduba, na saída da Baía de Guanabara, nos últimos minutos da noite de 31 de dezembro de 1988. Pouco antes, alguns dos mais de 150 passageiros, que pagaram cada um o equivalente a U$ 150 pelo passeio, testemunharam quando a fiscalização da Capitania dos Portos deteve a embarcação, que já apresentava certa inclinação provocada pela entrada de água do mar através do vaso sanitário. Segundo testemunhas, após alguns minutos de negociação entre os fiscais e representantes das empresas promotoras do evento - a Bateau Mouche Rio Turismo e a agência Itatiaia Turismo -, o barco foi liberado para seguir viagem.

domingo, 30 de março de 2008

Lembrança Trágica: Explosão em prédio da rua Henrique Lage completa 30 anos

Por Antonio Colossi
CRÔNICA POPULAR


No dia 30 de março de 1978, há exatos 30 anos, a cidade de Criciúma amanheceu chocada. Uma explosão na madrugada daquele dia, por volta das 2h30min, levou abaixo a estrutura de um prédio de três andares provocando a morte de 11 pessoas na rua Henrique Lage, no centro da cidade.


As construções próximas ao prédio também sofreram abalos com vidros estilhaçados e portas de ferro retorcidas. Criciúma parou e se mobilizou para velar os corpos na então Igreja matriz São José. A tragédia jamais saiu da memória de quem foi contemporâneo desta época.


Contudo, a causa das mortes ainda era um mistério. Mas isso, a polícia não tardou em desvendar. Após uma rápida investigação, todos os indícios apontaram para o dono do prédio, o comerciante Raul Oliveira, que acusado de forjar a explosão para receber um seguro da malharia que lhe pertencia e que se localizava no andar térreo, foi condenado a 252 anos de prisão, dos quais cumpriu 17.


Outras três pessoas ligadas à Oliveira estiveram envolvidas com o crime e quase foram a óbito ao preparar o artefato que propiciou a explosão. Naquela noite, somente a família do comerciante, que morava no prédio, não se encontrava em casa. Atualmente, outro edifício foi erguido no lugar. Entretanto, a recordação dos acontecimentos na rua Henrique Lage permanece marcada na lembrança dos mais antigos, colocando-se como uma das maiores tragédias vivenciadas em Criciúma.


Leia o que a revista Veja relatou à época:


Foto do acidente: Agência RBS

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Tragédia: Acidente mata quatro em São Paulo


Quatro jovens foram vítimas de acidente ocorrido no começo da manhã de ontem na Rua dos Trilhos, no bairro da Mooca, Zona Leste de São Paulo. Além das três pessoas que morreram na hora, uma mulher que havia sido socorrida com ferimentos graves morreu no fim da manhã.

Segundo a polícia, há ainda mais dois feridos em estado grave, havia seis pessoas no veículo que atingiu um poste e não cinco como informado pelas autoridades inicialmente. Os feridos foram encaminhados ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé. O caso foi registrado no 57º Distrito Policial, na Rua do Oratório.

A rua, que havia sido interditada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), foi parcialmente liberada por volta das 9h. Com o forte impacto, o poste atingido entortou, o que afetou os ônibus elétricos da região. A linha 2100, Vila Carrão-Praça da Sé, e a linha 3139/31, Jardim Vila Formosa-Praça Clóvis, foram paralisadas. A SPTrans diz que deslocou outros ônibus para atender o percurso.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Decretado o fim do Estádio da Fonte Nova


O estádio da Fonte Nova, em Salvador, inaugurado em 1951 e ampliado em 1971, e que foi palco, no domingo passado, de um acidente que resultou na morte de sete pessoas será demolido. O anúncio oficial foi dado, ontem, pelo governador da Bahia, Jaques Wagner (PT).


O Estádio Octavio Mangabeira, nome oficial do local será implodido, e em seu lugar será construído um novo estádio. De acordo com Wagner, a ação já estava em estudos e a tragédia acelerou a tomada decisão. "Havia a possibilidade de se construir um novo estádio em outro local, mas eu queria que ele ficasse no mesmo local da Fonte Nova por causa da história e da valorização do centro da cidade", afirma.


"Já temos oferta de projetos bastante interessantes. Um deles prevê, além da construção do estádio, um centro de convenções e estacionamento." A Fonte Nova será o primeiro estádio brasileiro que já hospedou uma final do Nacional a ser demolido. Segundo o governador, o novo estádio deve custar algo em torno dos R$ 300 a R$ 350 milhões e deve ser construído em modelo de Parceria Público Privada (PPP).


"Se essa possibilidade, que é a da minha preferência, não for possível, o Estado arcará com os custos", garante, acrescentando que "muitas empresas têm manifestado o interesse em participar do projeto" desde que a Bahia se candidatou para receber jogos da Copa do Mundo de 2014. "O processo de licitação será aberto em breve."


O anúncio do governo não dissipou as acusações que a oposição passou a disparar contra a administração estadual depois da tragédia de domingo. "Quando deixamos o governo, no fim do ano passado, o estádio estava com limitação de capacidade para 25 mil pessoas e disponibilizamos ao governo atual um estudo no qual apontávamos as reformas necessárias, que custariam cerca de R$ 3 milhões", afirma o deputado estadual e líder da oposição, Gildásio Penedo.


"Em vez disso, o governo fez uma reforma de fachada, ao custo de R$ 49 mil, e anunciou, com festa, que estava reabrindo a Fonte Nova para sua capacidade total, de 60 mil pessoas. É lamentável." O governo manteve a postura de abrir mão da responsabilidade pela tragédia. Para o secretário de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, "depois que o fato acontece, tudo se torna óbvio".


"Instituímos uma comissão de sindicância hoje (terça-feira) para apurar os motivos da tragédia e vamos apresentar os resultados em até 60 dias." Para o governador baiano, é preciso aguardar os resultados das perícias do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para identificar os motivos do acidente. O DPT divulgou que o laudo preliminar das causas do acidente será divulgado em dez dias, contados a partir de segunda-feira.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Vítimas de desabamento foram enterradas ontem

Da Rede Bahia

As sete vítimas do acidente ocorrido no último domingo (25) no Estádio da Fonte Nova, em Salvador, foram enterradas durante a tarde da segunda-feira (26).

Três delas foram enterradas no Cemitério Bosque da Paz. As outras quatro, no Cemitério Quinta dos Lázaros, em Salvador.

A estrutura do estádio, construído na década de 1950, não suportou o peso da torcida. Um pedaço da arquibancada cedeu durante uma partida entre Bahia e Vila Nova, pelo Campeonato Brasileiro da Série C. Pelo menos 30 pessoas ficaram feridas.

No momento do acidente, por volta de 35 minutos do segundo tempo, pelo menos 60 mil pessoas comemoravam o empate em 0 a 0 entre Bahia e Vila Nova, resultado que garantiu acesso do time baiano ao Campeonato Brasileiro da Série B.

domingo, 25 de novembro de 2007

Arquibancada do Fonte Nova despenca matando 8 torcedores

MSN Notícias!

Durante a comemoração do acesso do Bahia para a Série B do Brasileiro, neste domingo, a Fonte Nova foi palco também de tragédia. Um pedaço da arquibancada do anel superior cedeu e pelo menos dez torcedores que ali estavam caíram para fora do estádio. De acordo com o Samu da Bahia, oito pessoas morreram, sendo seis no local e outras duas a caminho do hospital.

Além das vítimas fatais, há ainda cerca de 40 feridos - sendo 15 em estado grave - em razão da queda de aproximadamente 15 metros. Eles estão internados no Hospital Geral do Estado.

"Isso mancha a festa. Ficamos tristes porque eram torcedores como nós. Estava com meu filho de 10 anos e pensamos que se tratava de briga, tamanha a correria no local", disse o torcedor Ivan Carvalho.

Responsável pela segurança da Fonte Nova, o major Edmílson Tavares disse, por telefone, não saber os motivos que levaram a arquibancada a ceder. Ele afirmou que autoridades já estão mobilizadas para, ainda a partir deste domingo, averigüar as causas do acidente.

"Provavelmente a estrutura estava danificada. Aconteceu ali da Bamor (facção da torcida), onde a torcida mais pula. Na certa, isso influenciou", opinou o Major.

O Bahia empatou em 0 a 0 com o Vila Nova-GO e garantiu presença na Segundona de 2008. Mais de 60 mil torcedores estavam presentes na Fonte Nova neste domingo.

Por causa das mortes, alguns trios elétricos que estavam fora da Fonte Nova para comemorar o acesso do Tricolor pararam de tocar uma hora depois da tragédia. Os organizadores decidiram, inclusive, suspender as apresentações.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Ônibus da dupla Zezé di Camargo e Luciano tomba em MG

Conforme divulgado pela Redação Terra, o ônibus da dupla Zezé di Camargo e Luciano se envolveu em um acidente às 5h20 do domingo (4/11), na altura do município de Uberlândia, interior de Minas Gerais. Segundo a assessoria de imprensa da dupla, os artistas não estavam no veículo. O ônibus tombou no km 51 da rodovia BR 050, após passar por um desnível na pista, afirmou a Polícia Rodoviária Federal.


Das 27 pessoas, 24 ficaram feridas e foram levadas ao hospital da Universidade Federal de Uberlândia; nove permanecem internadas, duas delas em estado grave.

No momento do acidente, os cantores estavam em Caldas Novas, interior de Goiás, onde haviam feito um show na noite de sábado, e deixariam a cidade em um avião particular. Ambos e o empresário da dupla, Franco Scornavacca, foram para Uberlândia assim que souberam do acidente.

De acordo com a assessoria da dupla, os casos mais graves são os da vocalista identificada como Renata e do sanfoneito Elias. A primeira sofreu lesão na córnea e teve esfoliações por todo o corpo, já o músico sofreu traumatismo craniano.

O motorista do ônibus, que não foi identificado, foi submetido a uma cirurgia na perna. Ele sofreu fratura exposta no fêmur. A camareira da dupla, identificada como Maria, está sendo operada, com fratura no braço.

A vocalista Andréia teve ferimentos no peito, enquanto o bailarino Valdir fraturou o fêmur.
O ônibus da banda é um modelo de dois andares, com o nome dos artistas pintado na lataria. Zezé di Camargo e Luciano prestaram assistência aos músicos e já se dirigem a São Paulo no avião particular.


Acidente aéreo MATA 8 em São Paulo


De acordo com informações divulgadas pela Reuters, um avião de pequeno porte caiu no domingo sobre residências na zona norte da cidade de São Paulo, matando pelo menos oito pessoas e ferindo outras duas, no quarto acidente aéreo no Estado em três dias.

O avião era um Learjet modelo 35, prefixo PT OVC, e havia decolado do Aeroporto de Campo de Marte com destino ao Rio de Janeiro, segundo a assessoria de imprensa da Infraero.
A aeronave era da empresa Reali Táxi Aéreo, e nenhum responsável da companhia foi encontrado pela reportagem. A TV GloboNews informou que o avião tinha capacidade para levar 10 pessoas, mas que no momento do acidente havia apenas piloto e co-piloto.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou ao canal Record News, que entre os mortos estão quatro homens, duas mulheres e uma criança. O oitavo corpo ainda não foi identificado.

A queda ocorreu por volta das 14h10, na altura do número 1.000 da avenida Casa Verde, esquina com a rua Bernardino de Senna, próximo ao aeroporto.

Não havia informações sobre quantas pessoas estavam nas três casas atingidas, uma delas foi completamente destruída.

No site da Reali Táxi Aéreo, a empresa informa que foi uma das primeiras no país a receber o certificado de "vôos de remoção aeromédica, transportando pacientes inter-hospitalares".

Na tarde de quinta-feira, três helicópteros caíram em cerca de duas horas no Estado de São Paulo, matando três pessoas. As causas dos acidentes ainda não foram determinadas, embora tenha sido constatado vento forte em várias partes da região.

O Aeroporto de Campo de Marte, o mais antigo da cidade de São Paulo, concentra vôos de helicópteros e aviões de pequeno porte.

Está localizado em uma região de casas e edifícios, assim como o aeroporto de Congonhas, o mais movimento do país, também em São Paulo, onde há quase quatro meses aconteceu o pior acidente da aviação brasileira.

Em julho, um Airbus da TAM se chocou com prédios ao falhar em sua aterrissagem na pista de Congonhas, deixando 99 mortos.



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