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segunda-feira, 29 de março de 2010

Morre Armando Nogueira

Por Antonio Colossi
CRÔNICA POPULAR

Faleceu nesta segunda-feira, 29, o jornalista Armando Nogueira, aos 83 anos, em seu apartamento no Rio de Janeiro, por volta das 7 horas da manhã. Ex-diretor de jornalismo da TV Globo, ele lutava contra um câncer no cérebro desde julho 2007. Nos últimos meses, estava aos sob os cuidados de uma enfermaria montada em sua residência, mas seu quadro se agravou. Seu sepultamento deve ocorrer nesta tarde, em local ainda não confirmado.

A principal etapa de sua carreira foi exatamente na TV Globo, onde chegou em 1966. Foi um dos responsáveis pela implantação do jornalismo na emissora, com a criação do Jornal Nacional e do Globo Repórter. Dirigiu a Central Globo de Jornalismo da TV por 24 anos e, após a polêmica edição do debate entre os candidatos das eleições presidenciais de 1989, Nogueira passou a dedicar-se integralmente ao jornalismo esportivo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Waldick Soriano morre de câncer no Rio aos 75 anos


Da Agência Estado


O cantor Waldick Soriano morreu aos 75 anos no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira.


Ele estava internado na Unidade de Cuidados Paliativos do Inca desde o dia 31 de agosto por causa de um câncer de próstata, descoberto há mais de dois anos. O cantor estava em coma e respirava com ajuda de aparelhos.


Nascido em Caetité, no sertão da Bahia, Waldick tinha mais de 40 anos de carreira e entre os seus sucessos, do gênero brega, estão "Eu não sou cachorro, não" e "Tortura de amor". Antes de se tornar cantor, ele chegou a ser peão, motorista de caminhão e garimpeiro.


No ano passado, o cantor voltou aos holofotes e lançou CD e DVD embalado no documentário dirigido pela atriz Patrícia Pillar, "Waldick, Sempre no Meu Coração", sobre sua vida.

domingo, 3 de agosto de 2008

Corpo do padre "voador" é velado por fiéis

Do Portal G1


O corpo do padre Adelir de Carli foi recebido com uma salva de palmas em Paranaguá, nesta sexta-feira (1º). Fiéis aguardavam a chegada do corpo em vigília na Paróquia São Cristóvão, onde será realizada uma missa em homenagem ao religioso.

Após ser velado e homenageado com a missa em Paranaguá, o corpo de Adelir de Carli embarca para a cidade de Ampére (PR), cidade natal do padre e onde será enterrado. Na cidade será realizado um breve velório e em seguida, no sábado (2), ocorre o enterro de Adelir.

Desaparecimento
O padre Adelir de Carli levantou vôo preso a balões de gás hélio, no dia 20 de abril, em Paranaguá. Ele pretendia pousar em Dourados (MS).

Segundo os bombeiros, os ventos e o mau tempo teriam feito o padre desviar da rota, que foi parar na costa de Santa Catarina. Ele teria desaparecido perto do município de Penha.

Suspenso por cerca de mil balões, Carli queria ficar 20 horas no ar e bater o recorde neste tipo de vôo. O padre pretendia divulgar a Pastoral Rodoviária, que oferece apoio a caminhoneiros.

domingo, 20 de julho de 2008

Aos 101 anos morre a eterna Dercy Gonçalves

Do Portal G1


O velório da atriz Dercy Gonçalves, na Assembléia Legislativa no Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), será retomado nesta segunda-feira (21) a partir das 7h. Dercy foi velada neste domingo, das 10h às 19h.

Na segunda, às 9h, o corpo segue para a cidade natal da atriz, Santa Maria Madalena, região serrana do estado do Rio, onde ocorrerá outro velório, no Clube Montanhês, com banda de música e samba, a pedido da própria atriz.

O enterro está previsto para a terça-feira, ao meio-dia, no mausoléu da família.

O corpo da atriz chega a Santa Maria Madalena no dia da padroeira da cidade. "Ela vai chegar num dia de festa; a cidade está pronta para recebê-la ao som do samba da Viradouro de 1992, ano em que ela foi tema do enredo da escola", diz Decimar Senra, filha de Dercy.

Aos 101 anos, Dercy Gonçalves morreu às 16h45 de sábado (19) no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, Dercy foi internada na madrugada do próprio sábado, com um quadro de pneumonia comunitária grave, que evoluiu para insuficiência respiratória.

sábado, 14 de junho de 2008

Morre aos 95 anos o sambista Jamelão

O cantor, compositor e intérprete da Mangueira José Clementino Bispo dos Santos, o Jamelão, morreu por volta das 4 horas da madrugada deste sábado (14), aos 95 anos.

Segundo a assessoria de imprensa da escola de samba, o intérprete faleceu na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, onde estava internado desde a quinta, dia 12. Deixa esposa, filha e dois netos.

O corpo de Jamelão será velado na quadra da Mangueira, onde o público, a partir das 16h, poderá prestar as últimas homenagens a uma das figuras mais representativas da verde-rosa. A causa da morte foi infecção generalizada (choque séptico). Anteriormente o motivo da morte do cantor não havia sido divulgado.

A assessoria de imprensa da Mangueira divulvou que, segundo a família, o enterro será no domingo (15) às 11h, no cemitério de São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio.


Foto: Agência Estado

sábado, 24 de maio de 2008

Morre aos 81 anos o escritor e terapeuta Roberto Freire

Por Cristina Possamai
Crônica Popular

O escritor Roberto Freire morreu na noite de ontem, dia
23, aos 81 anos. O corpo foi cremado hoje em Vila Alpina, São Paulo. A causa do falecimento não foi esclarecida à pedido da própria família.

Freire escreveu para cinema, televisão, teatro e 25 livro, sendo um delas a autobiografia "Eu é um outro", de 2003. Na TV, contribuiu nos programas: "A Grande Família" e "TV Mulher".

Como terapeuta, Roberto Freire se concentrou no desenvolvimento da somaterapia, criada por ele nos anos 70 com base nas pesquisas do austríaco Wilhelm Reich e no movimento anarquista.

sábado, 17 de maio de 2008

Morre aos 91 anos a escritora Zélia Gattai Amado

Por Cristina Possamai
Crônica Popular

A escritora Zélia Gattai, viúva do grande Jorge Amado, morreu às 16h30min de hoje no Hospital da Bahia, em Salvador. Zelia estava internada há 31 dias para a desobstrução do interno, mas durante a cirurgia um tumor foi encontrado no intestino da autora.

Depois da operação, a escritora foi transferida para a UTI e chegou a aparentar uma melhora, porém, ontem, dia 16, os bolentis de Zélia denunciaram uma trágica piora em seu estado e já consideravam seu quadro irreversível. Devido a esse quadro, seus parentes foram autorizados a ficar com a escritora na UTI.

Durante todo o dia de amanhã, o corpo estará sendo velado no cemitério do Jardim da Saudade, aonde também ocorrerá a cremação. As cinzas serão jogadas na casa em que Jorge Amado passou os últimos anos de vida.


Informações complementares retiradas do Globo Notícias

domingo, 4 de novembro de 2007

Morre aos 92 anos o homem que lançou a bomba atômica em Hiroshima

Do Yahoo Notícias

Paul Tibbets, o piloto americano que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima em agosto de 1945, provocando a morte instantânea de dezenas de milhares de pessoas - fato que contribuiu para acelerar o fim da Segunda Guerra mundial - morreu nesta quinta-feira, aos 92 anos de idade.

Sofrendo de inúmeros problemas de saúde, Paul Tibbets morreu em sua residência em Columbus, no estado de Ohio (norte).
No dia 6 de agosto de 1945, o então jovem tenente-coronel da Força Aérea americana pilotava o bombardeiro SuperFortress B-29 "Enola Gay", que liberou a primeira bomba atômica da história da humanidade.
"Se Dante (escritor responsável pela reunificação da língua italiana, famoso pela descrição do Inferno na obra A Divina Comédia) estivesse conosco no avião, teria ficado aterrorizado", teria dito Tibbets, anos mais tarde. "A cidade que tínhamos visto claramente na luz do dia estava agora marcada por uma horrível sujeira; tudo desapareceu nesta cobertura de fumaça e fogo", acrescentou.

A bomba

Paul Tibbets tinha apenas 30 anos quando decolou com seu B-29 junto com 11 membros da sua tripulação, de uma base americana nas Ilhas Marianas. O bombardeiro tinha sido batizado de "Enola Gay", o nome da mãe de Tibbets.
O primeiro teste nuclear havia sido realizado com sucesso menos de um mês antes, no dia 16 de julho de 1945, no deserto do Novo México.
Depois disso, tudo aconteceu muito rápido. No dia 24 de Julho, o presidente Harry Truman aprovou a decisão de efetuar uma série de bombardeios atômicos contra o Japão.
No dia 31 de julho, Truman ordenou o bombardeio de Hiroshima "assim que o tempo permitisse".
Missão

Na verdade, a missão de Tibbets tinha começado bem mais cedo, em setembro de 1944. O jovem piloto, que havia participado de inúmeros combates na Europa e no norte da África, foi convocado à base aérea de Colorado Springs onde tomou conhecimento da missão.
A tripulação foi escolhida pelo próprio Tibbets e poucos dias antes do bombardeio, o grupo foi transferido para a ilha de Tinian, no Pacífico Sul.
Na época, os cientistas foram claros com o piloto: o avião deveria voar a 31.000 pés (9.448 metros) e a bomba iria explodir a cerca de 600 metros de altitude.
Apenas 43 segundos iriam se passar entre o momento em que a "Little Boy" (o apelido da bomba) deixaria a aeronave e a sua detonação. Se a tripulação quisesse sobreviver, teria que se afastar, durante esse tempo, cerca de 12,8 quilômetros.
Os doze homens a bordo do Enola Gay, às 02H45 min do dia 6 de agosto de 1945, estavam equipados apenas com um pára-quedas e uma pistola. Ao comandante, o médico da base entregou, na época, uma pequena caixa contendo doze pílulas de cianureto, um potente veneno. Em seguida, o capelão da base fez uma oração e foram tiradas algumas fotografias. Então, o Enola Gay recebeu ordens para decolar.
Às 08H15min, hora de Hiroshima, a bomba foi liberada. Tibbets imediatamente posicionou o avião numa curva à direita, em cerca de 155 graus. Só Bob Caron, que estava na parte de trás do avião, foi capaz de ver a gigantesca bola de fogo e de tirar fotografias. O avião foi atingindo, então, pela onda de choque da bomba, que o balançou moderadamente. Em seguida, todos viram "o gigante cogumelo de cor púrpura".
Paul Tibbets voltou-se então para a tripulação: "Rapazes, vocês acabam de liberar a primeira bomba atômica". Após retornar ao solo, o entusiasmo foi geral. Tibbets receberia, posteriormente, a medalha militar Distinguished Service Cross.
O presidente Truman teria dito à tripulação, depois do retorno aos Estados Unidos: "Não percam o sono por terem cumprido essa missão; a decisão foi minha, vocês não podiam escolher".
Promovido a general de brigada em 1959, Tibbets deixou o exército em 1966.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Morreu o ranzinza que fazia humor


SÃO PAULO - "Quando Pedro de Lara quebra um espelho, os cacos têm sete anos de azar"; "Pedro de Lara certa vez foi contratado para ser espantalho em uma fazenda, mas até a plantação acabou fugindo dele"; "Pedro de Lara ofereceu sua alma ao Diabo, mas esse não se interessou." No dia de ontem, ocorreu a morte de uma das figuras mais lendárias da TV brasileira, o humorista Pedro de Lara, aos 82 anos, de câncer na próstata, e o Brasil sorriu. Não que ele não merecesse as lágrimas, pelo contrário, mas o humorista passara, havia muito, para um plano bem mais nobre, em que vivos e mortos dividem o mesmo palco: o imaginário popular.

Por décadas, Pedro de Lara visitou a casa dos brasileiros nas noites de domingo - camélia rosa na lapela do terno listrado, gravata borboleta, lírios brancos em uma das mãos, microfone na outra, declamando poesias e proclamando ditados em que apenas ele via significado.

Pernambucano de Bom Conselho nunca deixou de dar os seus aos que cruzavam o seu caminho nas ruas, praças e eventos. Era visto diariamente no Centro de São Paulo, sozinho, andando a pé. Era atencioso com quem o parava e respondia a dúvidas dos fãs sobre Silvio Santos e outros colegas de bancada como Sônia Lima.

Antes da TV teve profissão nobre, embora desconhecida, " interpretador de sonhos" no programa de rádio de Haroldo de Andrade (Rádio Globo), em meados da década de 1960. "Primeiro era menguinho, depois virou mengo, depois virou mengão, depois virou mingau", profetizou, certa vez, sobre a má fase do Flamengo. Foi aclamado.

No início da década de 1970, o rosto carrancudo e o visual extravagante (cabelos compridos, bigode de motociclista e flores, sempre flores) viraram referência no júri do Show de Calouros, parte do Programa Silvio Santos. De 1980 em diante, integrou outro sucesso da TVS, o Programa do Bozo. Era Salsi Fufu, o mais estressado da turma, parceiro de Papai Papudo e Vovó Mafalda.

Ao deixar a TV, voltou à antiga alcunha de ‘adivinhador’, agora como astrólogo das revistas Amiga e Sétimo Céu e da Rádio Atual. Aventurou-se ainda como empresário de sua esposa Mag de Lara e como escritor, ator e cantor. "No meu disco, o pau come, é nordestino da bexiga porreta!" - dizia, numa tradução livre sobre seu álbum que, como se vê, não significa nada. Sua última grande atuação foi como jurado no extinto Gente que Brilha, também do SBT, em 2004, espécie de Show de Calouros que não decolou. Da doença que o matou, o câncer, nunca falou. Recolheu-se em casa, ao lado da família.

Vai-se homem, fica o mito. E suas palavras, publicadas no Livro da Sabedoria (Editora Madras): "Todo pai corujão faz do seu filho um bobão" e "na vida tem que ter estilo, quem não tem, não é isso nem aquilo". Pedro de Lara é coisa nossa.



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