O volume de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera é muito pior do que o previsto, afirmou o cientista australiano Tim Flannery, ao comentar um estudo do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPPC) que será publicado em novembro.
Em entrevista na noite desta segunda-feira, dia 8, ao programa de televisão “Lateline"”, da rede australiana “ABC”, Flannery revelou o conteúdo do relatório e alertou que a necessidade de adotar medidas para frear o efeito estufa é “ainda mais urgente” do que se acreditava.
O relatório no qual o cientista baseia sua tese foi elaborado pelo IPCC, criado pela Organização Mundial Meteorológica (OMM) e o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma).
Flannery, vencedor do prêmio Australiano do Ano, afirmou que no início do século XXI se pensou que o nível de CO2 atingiria o seu limite em dez anos, mas seu extremo foi ultrapassado em 2005.
"Vimos uma aceleração imprevista no nível de acumulação de dióxido de carbono. Superou os limites projetados, para além do pior cenário possível pensado em 2001, e alguns dos outros gases se produziram em uma escala maior do que o imaginado", disse Flannery.
"O que o estudo estabelece é que a quantidade de gases poluentes na atmosfera superou o limite no qual podem causar mudanças climáticas perigosas", acrescentou.
"Caso tivesse que resumir, o que diz o estudo é que já enfrentamos um risco inaceitável de mudança climática perigosa e precisamos adotar ações de maneira ainda mais urgente", ressaltou o cientista.
O Protocolo de Kioto, que entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2006, atua sobre o dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, hidrofluorcarbono, perfluorocarbono e hexafluoreto sulfúrico.
Estados Unidos, principal país emissor de poluentes, e Austrália são os únicos países industrializados que se negaram a assinar e até hoje se recusam a tomar as medidas estabelecidas no acordo internacional.
Em entrevista na noite desta segunda-feira, dia 8, ao programa de televisão “Lateline"”, da rede australiana “ABC”, Flannery revelou o conteúdo do relatório e alertou que a necessidade de adotar medidas para frear o efeito estufa é “ainda mais urgente” do que se acreditava.
O relatório no qual o cientista baseia sua tese foi elaborado pelo IPCC, criado pela Organização Mundial Meteorológica (OMM) e o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma).
Flannery, vencedor do prêmio Australiano do Ano, afirmou que no início do século XXI se pensou que o nível de CO2 atingiria o seu limite em dez anos, mas seu extremo foi ultrapassado em 2005.
"Vimos uma aceleração imprevista no nível de acumulação de dióxido de carbono. Superou os limites projetados, para além do pior cenário possível pensado em 2001, e alguns dos outros gases se produziram em uma escala maior do que o imaginado", disse Flannery.
"O que o estudo estabelece é que a quantidade de gases poluentes na atmosfera superou o limite no qual podem causar mudanças climáticas perigosas", acrescentou.
"Caso tivesse que resumir, o que diz o estudo é que já enfrentamos um risco inaceitável de mudança climática perigosa e precisamos adotar ações de maneira ainda mais urgente", ressaltou o cientista.
O Protocolo de Kioto, que entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2006, atua sobre o dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, hidrofluorcarbono, perfluorocarbono e hexafluoreto sulfúrico.
Estados Unidos, principal país emissor de poluentes, e Austrália são os únicos países industrializados que se negaram a assinar e até hoje se recusam a tomar as medidas estabelecidas no acordo internacional.
Foto: Metsul Meteorologia

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