domingo, 2 de novembro de 2008

Termina o WCT do Brasil, em Imbituba (SC)

Do Portal G1

Neste domingo, em ondas de mais de 2 mestros na Praia da Vila, em Imbituba, Bede garantiu sua terceira vitória na carreira ao derrotar o francês Jeremy Flores por combinação. Dos 20 brasileiros que competiram, Heitor Alves, Leonardo Neves e Bernardo Pigmeu, este último convidado, foram os melhores. Caíram nas quartas-de-final, terminando em nono. O próximo e último desafio da elite do surfe começa no dia 8 de dezembro, no tradicional Pipeline Masters, competição que, no ano passado, foi vencida justamente por Bede.

A primeira vitória do australiano na carreira tinha sido em Trestles, 2006. Mas foi no fim do ano passado, em Pipeline, que ele mostrou ter condições de brigar por um título mundial. Agora, sabe que seu desafio no Havaí será muito mais difícil.

Nesta temporada, Bede ficou na cola do americano Kelly Slater. Chegou ao Brasil como quarto colocado do ranking e foi subindo posições a partir das quartas-de-final. Primeiro ultrapassou Joel Parkinson, que ficou na Austrália em vez de disputara a etapa. Depois, superou Taj Burrow. Vice-líder até então, o aussie caiu nas oitavas diante do francês Mikael Picon.

Jeremy foi à final depois de vencer o duelo francês contra Mikael Picon, carrasco de Taj Burrow. Bede superou o havaiano Fred Patacchia, algoz do cearense Heitor. Quando os surfistas entraram na água, após um intervalo de 20 minutos, a chuva voltou. Espantou parte do público.

Quem ficou nos primeiros dez minutos pôde ver uma das melhores apresentações de toda a competição. Bede tirou um 8,33 na primeira onda e 9,43 na segunda, uma direita com duas fortes rasgadas e um tubo.

Brasileiros param nas quartas

O dia frio e chuvoso na pequena e pacata Imbituba começou bom para o Brasil. Leo Neves levou a melhor no duelo verde e amarelo contra o catarinense Marco Polo, que competia convidado. Por falar em convidado, Pigmeu fez valer o seu convite. Derrotou o australiano Dayyan Neve e se classificou às quartas. Em seguida, foi a vez de Heitor Alves voar alto na Praia da Vila. Na véspera, Bede tinha dito que o cearense é um dos surfistas mais velozes do circuito. Tinha razão.

Leo voltou a competir, desta vez contra Jeremy Flores. Pegou uma de suas melhores ondas na competição, com um forte aéreo 360 graus, mas ganhou apenas 7,43, e viu o rival tirar 9,23 para se classificar. Saiu da água chateado. Queria, desde cedo, que a competição fosse adiada. E ainda se sentiu prejudicado pelas notas dos juízes. O carioca está em 34º no ranking e precisará de um bom resultado no Havaí. No ano passado, ele foi para Pipeline em situação parecida, e conseguiu assegurar sua vaga na elite.

Depois foi vez de Pigmeu se despedir, diante de Bede. A vitória, com direito a uma nota 9,00, deu ao australiano a segunda colocação no ranking mundial.

A esperança verde e amarela estava toda na prancha de Heitor Alves. Só que a maré não o favoreceu na bateria contra o havaiano Pattachia. Igualou seu melhor resultado na temporada – foi às quartas em Trestles – e segue motivado para disputar o Pipe Masters pela primeira vez.

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