Por Cristina Possamai
Crônica Popular & PortalContato
O filme A Antropóloga, do diretor catarinense Zeca Nunes Pires, é o segundo mais votado por internautas em uma pesquisa do portal BOL sobre os filmes que disputam uma vaga no Oscar 2012.
O longa, vencedor do Edital Cinemateca Catarinense da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em 2002, é um dos 15 que estão no páreo para representar o Brasil na categoria Melhor Filme Estrangeiro da 84ª edição da premiação internacional.
Na votação, o filme catarinense só fica atrás de Tropa de Elite 2, do diretor José Padilha. Até sexta-feira, 16, Tropa de Elite 2 tinha 38,3% da preferência do público, enquanto que A Antropóloga foi escolhido por 36,7% dos internautas. O terceiro colocado, Vips - Histórias Reais de um Mentiroso, aparecia com 6,2% dos votos.
O anúncio do possível representante brasileiro no Oscar será feito às 10h desta terça-feira, 20, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro.
Apesar de ficar satisfeita pelo crescimento do cinema catarinense, ainda acredito que a votação on-line reflita a melhor opção para o cinema brasileiro. Tropa de Elite 2 é uma mega-produção para os padrões nacionais e de extrema qualidade. Espero que não haja surpresas negativas ou opções descabidas como a escolha de Lula - O filho do Brasil no ano passado. O cinema do Brasil está ausente da premiação desde 2004, quando concorreu à quatro estatuetas com Cidade de Deus.
Sobre o filme
A Antropóloga conta a história de Malu (Larissa Bracher) que vai à Costa da Lagoa, em Florianópolis, para realizar sua pesquisa de doutorado em etnobotânica. Lá, ela conhece dona Ritinha (Sandra Ouriques), que a inicias na cultura mística dos descendentes de açorianos que vivem na comunidade.
Confira o trailer oficial de A Antropóloga
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Filme catarinense é o segundo preferido dos internautas para Oscar 2012
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Fim da novela: Carmona deve estrear pelo Palmeiras neste domingo
domingo, 31 de julho de 2011
Felipão pode estar de olho no meia Roni, do Criciúma
terça-feira, 19 de julho de 2011
Amigas do peito: Peruanas apóiam sua seleção na Copa América
Já Daysi, partiu para a fama no ano passado. Entre seu corpo e os escândalos, ganhou um lugar na mídia peruana ao se envolver constantemente em confusões.
SBT e a síndrome de canal nostalgia

Coincidentemente, a emissora obteve excelente repercussão no mundo virtual graças ao “Festival 30 anos”, que tenciona resgatar os maiores sucessos da casa, inclusive, a recuperação dos famosos episódios perdidos do fenômeno “Chaves”. Os telespectadores vibraram com a promessa de que em agosto os capítulos seriam exibidos mesmo com qualidade inferior.
É impressionante que formulas tão desgastadas como “A Praça é Nossa”, “Bom Dia e Companhia”, os quadros do “Programa Silvio Santos” e o tardio “Tele Seriados” ainda rendam altos índices de audiência para a emissora. Particularmente, eu considero o SBT o canal mais simpático do Brasil, o ingrediente mais suave da Guerra Fria pelo Ibope protagonizada por Record e Globo.
Durante as sessões intermináveis de novelas globais e jornais sensacionalistas da emissora de Edir Macedo, a escolha pelo entretenimento mais simples e ingênuo sagra-se vitorioso e o controle remoto aponta para o SBT. Quando as matérias do Fantástico ou do Domingo Espetacular tornam-se intragáveis, a opção mais suave recai sobre o bom e velho Silvio Santos.
A sensação é que o Sistema Brasileiro de Televisão se transformou na emissora “café com leite”, ou seja, o canal de quem ninguém espera absolutamente nada, mas, acaba retornando mais cedo ou mais tarde. A única dúvida é saber por quanto tempo as glórias do passado terão fôlego para manter a emissora no páreo. Entretanto, se o próprio Silvio Santos continua dando lições valiosas de como entreter no domingo à noite quem realmente se importa com simples números? Afinal, sempre existirá quem ache graça nas piadas do criador do Baú da Felicidade e nas peripécias do eterno menino do barril.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Brasileiro é eliminado do The Glee Project
Por Cristina Possamai

sábado, 16 de julho de 2011
Há 61 anos acontecia o "Maracanazo"
terça-feira, 12 de julho de 2011
Se dependesse da Globo, estaria morta, diz colega de Tim Lopes
De volta ao Brasil após passar oito anos se escondendo de traficantes da Rocinha, que ameaçavam matá-la depois de reportagem veiculada no Jornal Nacional, ela conta em livro como a TV Globo lhe virou as costas na hora de oferecer segurança. "Os traficantes da Rocinha ofereciam R$ 20 mil pela minha cabeça. Pedi ajuda à TV Globo e fui ignorada."
De acordo com Cristina, sete meses antes de Tim ser morto por traficantes do Complexo do Alemão, ela entrou com uma ação judicial de rescisão indireta, na qual reclamava da falta de segurança para jornalistas da emissora. As denúncias integram um livro escrito por ela e que deve ser lançado nos Estados Unidos no início do próximo ano. A obra, segundo a jornalista e publicitária, também deve virar filme.
"Não dava para escrever meu livro no Brasil. Aqui a Globo ainda tem uma influência muito forte e a obra poderia ser abafada de alguma maneira. Com o apoio do governo americano, fica mais fácil lançar nos EUA", disse.
As ameaças
Cristina conta que após o colega Tim Lopes levar à emissora o material da feira de drogas ao ar livre na favela da Grota, no Complexo do Alemão, a chefia pediu a ela para fazer mais imagens de outros lugares. Ela foi à Rocinha e à Mangueira repetidas vezes, mas os problemas, disse, começaram um mês depois da exibição da série. "Começaram a me telefonar de um orelhão que fica dentro da favela da Rocinha me chamando de Dona Ferrada e dizendo que me pegariam. Diziam também que eu não escaparia, era questão de tempo. Diante das constantes ligações, conversei com a chefia do JN e pedi proteção. Fui ignorada."
Segundo ela, os bandidos teriam sequestrado e espancado um produtor do programa Esporte Espetacular, na tentativa de chegar aos autores da série de reportagens. "O que me assustou foi que a TV Globo não me falou nada." Cristina soube pelo caso por um jornal, e concluiu que a emissora não faria nada para protegê-la. "A Globo não quis saber se eu corria risco de vida. Os meus chefes diziam que as ameaças que eu recebia por telefone eram coisas da minha cabeça", disse.
Ao cobrir o caso de um garoto preso na Rocinha suspeito de pagar propina a um coronel, ela ouviu do suspeito "É, tia! Eu tô ferrado, mas tu também tá. Tá todo mundo atrás de você lá na Rocinha. Tua cabeça tá valendo R$ 20 mil". "Naquele momento, tomei a dimensão da situação em que eu me encontrava."
Cristina entrou com uma ação judicial no Ministério do Trabalho e seu vínculo com a emissora acabou, mas ela não se importa. "Não me arrependo de ter largado a Globo para trás. A minha vida vale muito mais do que R$ 3.100, que era o meu salário em 2001." Ela acredita que se tivesse continuado a produzir matérias, estaria morta "há muito tempo".
A jornalista afirmou ainda que, "sem dúvida nenhuma", a morte de Tim Lopes poderia ter sido evitada pela emissora. "Eu falei sobre os riscos que estávamos correndo sete meses antes de os traficantes do Alemão matarem o Tim Lopes. Eu implorei por atenção a estas ameaças e o que fez a TV Globo? Ignorou tudo."
domingo, 26 de junho de 2011
Caiu!
Após 110 anos na principal divisão do futebol argentino, River Plate disputará a segundona porteña
Por Antonio Colossi
CRÔNICA POPULAR
Três anos de campanhas irregulares culminaram na tarde de hoje no descenso de uma das mais tradicionais equipes do futebol argentino. O River Plate, bicampeão da América, a máquina "millionária", o mais vezes campeão argentino, terá que disputar a segunda nacional B, na temporada 2011-2012.
A equipe da "banda roja", tinha que vencer por 2 gols a equipe do Belgrano de Córdoba, já que havia perdido na casa dos celestes quarta, por 2 a 0. O Belgrano foi a quarta colocada na segunda nacional B desta temporada e credenciou-se a enfrentar o combalido time de Buenos Aires na "promoción".
Logo aos cinco minutos, Pavoni marcou para o River e encheu a torcida riverplatense de esperança. Bastava um gol e o time milionário se salvava da degola.
No entanto, a equipe do Belgrano, conseguia segurar o ímpeto do River e aos 16 minutos da segunda parte, o time de Córdoba empatou em falha da defesa dos milionários.
Tendo que fazer três gols para salvar-se da segundona, o time da capital teve um penalti a seu favor. Pavoni o disperdiçou e deixou ali a última esperança de salvação.
O jogo foi interrompido no minuto final por incidentes da torcida do River com a Polícia. O Belgrano volta pela quarta vez na sua história a primeira divisão. Já o time presidido por Daniel Passarella disputará pela primeira vez em sua história a divisão de acesso do futebol argentino.
sábado, 18 de junho de 2011
OVNI é filmado em Balneário Gaivota
Por Cristina Possamai
Crônica Popular e PortalSatc
Um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) chamou a atenção de moradores do bairro Vilage Dunas. O avistamento ocorreu na tarde de sábado,
O jornalista estava em casa com a família no último sábado. Às 17h49min ele observou luzes e ouviu um barulho estranho. O vídeo foi disponível no You Tube e já foi visto por mais de 10 mil usuários da rede.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Governo Federal aprova MP que mantém orçamento da Copa sob sigilo

quarta-feira, 15 de junho de 2011
Rebelde BR: o desafio da comparação começa agora
Por Cristina Possamai
Crônica Popular
A versão brasileira de Rebelde começou realmente nesta quarta-feira. O primeiro show da banda ainda sem nome foi transmitido e agora as verdadeiras comparações com a novela e o grupo mexicano virão átona.

Atualmente, o enredo nacional está sendo desenvolvido com ma
is veracidade e mais calma se levado em consideração o andamento da trama mexicana. As cenas da banda se entrosando e ensaiando são freqüentes e um pequeno show improvisado rolou semanas atrás no “Bar do Genaro”. Para a grande estréia do conjunto, Roberta, vivida por Lua Blanco, aproveita que a mãe, Eva Messi, é uma cantora reconhecida e costuma deixar que novas bandas abram seus shows.
As três músicas apresentadas nesta prévia foram interpretadas basicamente por Lua Blanco e Chay Sued, aos demais coube apenas dançar e pular aleatoriamente. A exceção ficou reservada a pequena participação de Micael Borges em um trecho da música “O Amor está em jogo”. A pegada mais rock destoou bastante do tom mais romântico que concedeu fama mundial ao RBD.
A interação entre os casais ficou bastante contida, destaque para o Diego, Arthur Aguiar, e Roberta (Lua Blanco). O caminho para que o sexteto brasuca se sinta confortável no palco e possua carisma semelhante do RBD será longo e repleto de contestações. A margem de fãs dos artistas mexicanos que não simpatizaram com a tentativa nacional de Rebelde é imensa. Não são poucos que sequer assistiram e condenaram sumariamente a produção tupiniquim.

No geral, a qualidade da novela exibida pela Record está bastante razoável e conseguiu fidelizar um bom público. O texto de Margareth Boury é mais coerente e crível do que a versão realizada pela Televisa. A inserção de personagens secundários está dando mais fôlego ao folhetim, anteriormente, concentrado essencialmente nos protagonistas.
Os casais se desenvolveram rapidamente e, agora, a aposta está no início da relação entre Diego e Roberta. A evolução amorosa foi mais serena e evitou o todo atrito protagonizado por Dulce Maria e Christopher Uckerman. No México, o enredo do par era recheado de intrigas, apostas e mentiras. A turbulência coube ao casal Alice e Pedro.
As idas e vindas acabaram com a resolução do mistério sobre a morte do pai do rapaz extremamente cedo se comparado com as outras versões. Aparentemente, a dupla está se reaproximando e deve reatar em breve. É notável a evolução de Micael Borges. Em Malhação, o status de primeiro protagonista negro decaiu com seu desempenho tímido e o descarte foi imediato. Pela primeira vez na história da novelinha teen, a mocinha (Bianca Bin) ficou com o vilão (Humberto Carrão). A química com Alice, personagem de Sophia Abrahão é evidente e ajuda bastante na composição das cenas. Entretanto, o ator ainda precisa trabalhar para transmitir carisma compatível com o restante do elenco. Enfim, este é o momento ideal para Rebelde BR mostrar a que veio e garantir ou não a sobrevida tão sonhada pelos fãs já conquistados.
sábado, 11 de junho de 2011
#BreGlee : a versão brega do sucesso Glee
Por Cristina Possamai
Crônica Popular
Se você já imaginou, agora não precisa mais! Taí a resposta! Depois das notícias de que “Glee” ganharia uma versão tupiniquim – o que foi negado pela própria Fox – o pessoal do Marcelo Adnet resolveu exemplificar pra facilitar pra gente.
O vídeo-teaser do programa dele na MTV foi batizado de “BreGlee” e já diz tudo…
Na versão brasileira da série dos cantores do McKinley High, rola Kelly Key, Banda Calypso, Latino e até o “Mexe a Cadeira” do sumido Vinny e o clááássico brega “Segura o Tchan”!
Acredite nos seus sonhos, acredite no poder da música.
A espera acabou, o fenômeno finalmente chega ao Brasil.
#BREGLEE
domingo, 29 de maio de 2011
Para o bem do futebol, Barça vence a Champions jogando o fino da bola
Por Antonio Colossi
CRÔNICA POPULAR
Jogando bonito, com eficiência, o Barcelona mostrou ao Manchester United, pela segunda vez em duas finais, como se faz para ganhar uma Champions League. Em 2009, em Roma, os catalães se impuseram ao time de Sir Alex Ferguson por dois tentos a zero aplicando a filosofia desenvolvida por Pep Guardiola, naquela época iniciando o seu trabalho frente aos blaugrana.
Ontem, o Barça passou por cima do Manchester United de uma maneira epopéica e com o toque de bola envolvente, não se entimidou frente aos ingleses, que mesmo jogando em terreno bretão, não foi páreo para os barcelonistas, que angariaram seu quarto troféu da Liga dos campeões, o segundo vencido em Wembley.
Messi, Xavi e Iniesta atropelaram com suas belas e magistrais jogadas os red devils que conseguiram apenas no principio do cotejo em Londres fazer alguma frente aos espanhóis. A partir da metade do primeiro tempo começou o espetáculo barcelonista que resultou nos 3 a 1 e na conquista do melhor time no maior campeonato de clubes do mundo.
Ganhou não só o futebol, mas ganhou aquele que honrou o esporte.
terça-feira, 17 de maio de 2011
10x21/22 - Gran Finale da saga de 10 anos de Smallville
Smallville pode até ser uma série que não precisava durar 10 anos, mas que em seu encerramento fez valer a longa espera.
A décima temporada foi feita para agradar fãs das antigas, referência atrás de referência, homenagem atrás de homenagem. Não dá pra falar desse desfecho sem falar no retorno de Lex, um desejo antigo dos produtores e dos fãs, que finalmente foi atendido nessa reta final. As cenas com Clark e Tess foram absolutamente tensas e recompensadoras, com toda a carga meio canastra, as referências históricas embutidas no diálogo e a velha mistura de inveja e admiração que o personagem sempre sentiu por seu arquiinimigo.
A participação de Lex foi pequena justamente porque esse não era o momento de colocá-lo no centro da ação, já que graças à amnésia providenciada nos últimos minutos a promessa que fica é de embates futuros. Afinal, ao proferir "eu sou o vilão dessa história", Lex se referia à história do Superman, não de Smallville.
Também homenageados nessa despedida, e com uma participação maior vieram Jonathan e Martha Kent. De qualquer forma, foi a escolha dos produtores para honrar a influência que os Kent tiveram na formação de Clark como herói e tendo problemas ou não, preciso admitir que foi bonito.
Não tão dentro da ação, graças a uma desculpinha esfarrapada de acessar um banco de dados em Star City, estava Chloe, a personagem mais querida dos fãs da série. Allison Mack ficou afastada em grande parte da temporada, participando apenas de 8 episódios, mas a importância de sua Chloe Sullivan, que por muito tempo carregou a série nas costas, jamais será esquecida.
Coube a Chloe o papel de narradora de basicamente toda a série, quando no início do episódio duplo, a vimos com seu filho, 7 anos no futuro, contando a jornada de um rapaz que, guiado por seus pais (terráqueos e biológicos), aceitou o destino de proteger a humanidade.
Ao que tudo indica, Chloe realizou seu desejo de reencontrar a essência da adolescente nerd que colecionava fatos estranhos para seu mural, e ainda teve seu final feliz não apenas como sidekick de Clark, mas assumindo a sua própria condição de heroína e construindo uma vida própria com Oliver Queen.
Oliver foi ponto de partida para a derrota do vilão da temporada, Darkseid. Marcado pela "escuridão", o arqueiro foi responsável por impedir o primeiro casamento de Clark e Lois, mas depois de uma luta repleta de slow motion e diálogos "do bem", se livrou do problema à base de "muita luz" e ainda foi responsável por eliminar a Trindade que ajudava o vilão.
A ideia da humanidade toda "possuída" por seus próprios sentimentos negativos, e o fato de Clark ser o responsável por libertá-la dessa sombra foi a melhor maneira de encerrar a história do jovem de Pequenópolis.
E quem melhor pra representar escuridão do que Lionel Luthor? Deus do céu, John Glover nunca esteve tão assustador como nesse episódio e foi mais do que espetacular ver o personagem do mundo alternativo morrendo nas mãos da própria filha, espelhando a morte do Lionel original, pelas mãos de Lex. Cassidy Freeman como Tess então, estava irrepreensível e foi uma morte sentida, já que a personagem se estabeleceu muito bem depois de um começo conturbado, em que tinha a obrigação de substituir Lex.
Erica Durance entrou na série como alívio cômico e a nova gostosona para o deleite dos nerds, mas adicionou nuances o suficiente para nos convencer que ela é Lois Lane, a intrépida repórter essencial para "manter Clark no chão", como Chloe bem explicou.
Quanto a Tom Welling não dá pra não vibrar quando ele finalmente veste a icônica roupa do Superman e decola para salvar a humanidade. E a cena final, em que o tema clássico do Superman toca enquanto ele adia o próprio casamento para fazer a boa ação do dia, comprova isso. Para o alto e avante, Clark Kent!
Depois de uma década, Smallville chega ao fim exatamente no ponto em que queria mostrar. A transformação do Superboy no Superman.
domingo, 15 de maio de 2011
Dez vezes vice!
Por Antonio Colossi
CRÔNICA POPULAR
Em uma partida muito equilibrada, o Verdão do Oeste alcançou sua quarta glória estadual e suplantou pela segunda vez consecutiva o Tigre em decisões, dessa vez, em casa e contanto com um gol contra de Carlinhos Santos do Criciúma.
A chapecoense perdera a primeira partida, domingo passado por 1 a 0 e necessitava do mesmo placar para sagrar-se tetracampeã.
O Tigre não vence um estadual desde o ano de 2005 e de lá para cá foi vice-campeão nas temporadas 2007 e 2008. O Tricolor nos últimos anos chega a vencer o primeiro ou o segundo turno dos campeonatos, mas deixa escapar a conquista do título, assim como ocorreu em 2007, para a própria Chapecoense e no ano seguinte para o Figueirense.
Além de 2011, o Tigre foi segundo nos campeonatos de 1980/81/82, 87, 94, 2001 e 2002.
Acadêmicos criam documentário relembrando conquista da Copa do Brasil pelo Criciúma
Texto: Rosi Mizeeski
Fotos: Mila Pizzoni
Alma, garra e coração é nome escolhido para apresentar o documentário que reviverá uma das conquistas mais importantes do futebol catarinense, a Copa do Brasil, em 1991, pelo Criciúma Esporte Clube. O trabalho está sendo realizado pelos acadêmicos da 8ª fase de Jornalismo da Faculdade Satc, desde o início do semestre.
“A produção do documentário está sendo um desafio, bem como foi a proposta feita pelo professor de jornalismo esportivo. Todas as entrevistas já foram captadas e agora estamos em fase da edição. Os alunos têm se ajudado”, explica o acadêmico Gregori Flauzino.
O documentário, que iniciou como trabalho de uma disciplina, ganhou proporções maiores. Atualmente, a turma está trabalhando em cima do audiovisual em parceria com o curso de Design, que criou uma identidade visual para o material.
Jogadores de destaque da equipe de 1991, inclusive o técnico que liderou o time na época, Luis Felipe Scolari, foram entrevistados pelos acadêmicos da Satc. “Além dele, craques como Itá, Roberto Cavalo, Altair, Evandro e Wilsão também vão falar sobre as emoções que viveram jogo após jogo”, comenta Flauzino.
A turma fará o lançamento do trabalho no fim do mês. “Os convites já estão prontos, e nós já estamos vendendo. O lançamento será dia 31 de maio”, afirma a acadêmica Camila Pizzoni. O convite pode ser adquirido com os acadêmicos responsáveis pelo documentário ou na Focus Informática, no shopping Della Giustina. O lançamento será no Centro de Eventos Germano Rigo, às 19h30min.
A aquisição do convite, que custa R$ 40,00 dá direito a uma cópia do documentário, jantar com open bar e o sorteio de duas camisas oficiais do Tigre. “Lembramos que são apenas 150 convites, então quem tem interesse deve procurar logo a turma”, destaca Gregori.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Desenho velho é que tem história boa!
Por Cristina Possamai
Crônica Popular
A constatação fica escancarada de tempos em tempos nas principais emissoras do país, principalmente, no SBT. O canal de Silvio Santos dificilmente estréia novos desenhos animados e, raramente, aposenta algum dos mais antigos.
Já a Rede Globo anuncia uma ou outra novidade para a TV Globinho, contudo, quando a concorrência começa a se aproximar volta à velha estratégia. Retornam para a grade de programação o precursor dos animes, Caverna do Dragão, o empolgante Dragon Ball Z, Mickey e Donald e até mesmo Duck Tales, Os Caçadores de Aventuras. Recentemente, “Os Simpsons” regressou ao seu consagrado horário nas manhãs globais: 11h30min.
Mesmo a Record não descarta a exibição exaustiva de Pica-pau, o seu clássico tapa-buraco ao lado do seriado “Todo Mundo Odeia o Chris”, porque sabe que esse tipo de atração segura a audiência.
Dificilmente, as novas apostam despontam ou conseguem tantos adeptos como “Bakugan”, “Naruto”, “Ben10” ou a febre “Pokemon”. A maioria das atuais tramas animadas são repletas de violência, enredos repetitivos e pouco atraentes. Por isso, que sempre haverá lugar para “Bob Esponja” ou o simpático “Doug”.
Não há mais programas direcionados para o público infanto-juvenil, pelo menos, não nos canais mais vistos. Talvez, esteja na hora de retirar do baú formulas consagradas como da saudosa “TV Colosso” e da extinta “TV CRUJ”.sexta-feira, 22 de abril de 2011
Eternamente “Friends”
Por Cristina Possamai
Crônica Popular
Assistir “Chaves” e “Todo Mundo o Odeia o Chris” transmitiam semelhante sensação. Arrisco que até “Dois Homens e Meio” causavam a mesma quantidade de risos. Entretanto, a vontade irresistível de acompanhar ininterruptamente as dez temporadas é mérito exclusivo dos inesquecíveis “Friends”.
Inicialmente, os atores não eram nada famosos ou apreciados no cenário norte-americano e o episodio piloto do seriado foi bastante criticado. A abertura com os protagonistas dançando ao redor de um chafariz foi considerada inapropriada. Por isso, houve a mescla das cenas dos personagens nos episódios com a abertura original. 
Somente com a segunda temporada em andamento que o sucesso começou a ser reconhecido e o seriado se tornou referencia. Repercussão totalmente justificada. Durante as 10 temporadas, todos os seis amigos tiveram destaque compartilhado sem que nenhum ofuscasse a atuação do outro.
Mesmo na abordagem de assuntos mais delicados, o bom humor predominava. Não há como evitar as gargalhadas com “Friends”. É o tipo de programa unanimidade. Pode ser assistido e agradar toda a família sem precisar apelar em momento algum.
A série começou e terminou no auge. Os atores colhem seus frutos e comparações até hoje. Talvez, o segredo de todo esse sucesso tenha sido a enorme cumplicidade entre os protagonistas. As atrizes ainda são melhores amigas, a prova é a recente participação de Lisa Cúdrow (Phoebe) em Cougar Town, atual série de Courteney Cox (Mônica) e a confirmação de que Jennifer Aniston (Rachel) estará na 2ª temporada da série.
Outro detalhe é que todos do elenco recebiam o mesmo salário e jamais admitiram serem indicados ou premiados individualmente. A temática de “Friends” era bastante simples e despertava em qualquer um senso de reconhecimento. Simplesmente, sabia brincar e mostrar na tela o que acontece no dia a dia da maioria das pessoas. Enfim, “Friends” é tudo o que gostaríamos de ver frequentemente na televisão nacional com muito, muito mais humor e qualidade.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Existe vida após o colégio para os seriados adolescentes?
Crônica Popular
O seriado musical “Glee” tem movimentado o mundo com o ritmo do coral New Directions. Em apenas 22 episódios, a produção se tornou o novo fenômeno televisivo e garantiu mais duas temporadas inteiras.A segunda temporada iniciou na televisão americana, sem que os brasileiros tenham idéia de quando a série será exibida pela dona de seus direitos, Globo. Desejada por Record e SBT, o mais provável é que a Rede Globo tenha comprado Glee somente para evitar a transmissão em suas concorrentes.
Bem, a temática do seriado continua a mesma. Porém, com o acumulo de temporadas os criadores podem ter arrumado um belo problema. Os personagens principais não podem ficar no ensino médio para sempre, ou seja, mais cedo ou mais tarde os integrantes do coral devem se formar. E como continuar a história?
Envelhecer com os personagens nem sempre é a melhor alternativa. No caso nacional, “Malhação” solucionou o dilema renovando a cada ano seu elenco. Desta forma, não consegue fidelizar o público aos seus personagens e perde adeptos temporada após temporada.
“Glee” chegará a um ponto em que sua história que terá que cruzar esta complicada linha. A maioria das séries teens se perde nessa encruzilhada. One Tree Hill pode ser uma exceção à regra.
A série seguiu por quatro anos contando as histórias na escola. Com a formatura, o enredo deu um salto de 4 anos no tempo e passou a acompanhar a tentativa dos personagens em trilhar seu próprio caminho no mundo adulto. A série destinada aos adolescentes englobou o público jovem e ganhou mais admiradores.




